Estatais Ineficientes? As mentiras neoliberais
Vejamos
os resultados das Estatais Brasileiras antes de serem privatizadas:
A
Embratel quando estatal era a Quinta maior empresa de telecomunicações do
mundo, apesar de acusada pelos neoliberais de ineficiente e provocar o atraso
tecnológico... Um patrimônio avaliado em 120 bilhões de dólares, doada por míseros
22 bilhões, e nossa tecnologia entregue de mãos beijada aos estrangeiros.
Sobre nosso potencial industrial e tecnológico, nos fala melhor Aloysio Biondi: " A petrobrás ganhou títulos mundiais de campeã no desenvolvimento de técnicas para perfurar poços no fundo do mar , em grandes profundidades, quilômetro abaixo da superfície. E, graças a elas, descobriu poços capazes de produzir 10 mil barris de petróleo por dia. Cada poço . Recordes fabulosos que somente são igualados pelos poços de países árabes. A Vale do Rio Doce , antes mesmo da privatização , já era a maior exportadora de minério de ferro do mundo. E uma de suas empresas subsidiárias, a Docegeo, pesquisou e fez um mapeamento dos minerais existentes no Brasil inteiro. Foi convidada a realizar pesquisa equivalentes em outros países. Graças à sua tecnologia, a Vale do Rio Doce descobriu, em plena selva amazônica , em Carajás, a maior província mineral do mundo, com jazidas não só de ferro, mas de grande variedade de minérios, inclusive ouro...
A Embraer, quando estatal, fabricante de aviões, sempre foi a única indústria aeronáutica existente em um país menos desenvolvido - fora do circuito dos países ricos, com tradição na área - e capaz de roubar mercado das empresas multinacionais no filão que explora, isto é, a produção de aviões de porte médio. Na área de telecomunicações, a Telebrás mantinha desde os anos 70 um Centro Tecnológico, em Campinas, responsável por pesquisas que resultaram na produção de equipamentos com tecnologia de ponta, que fabricantes nacionais passaram a exportar para outros países.
Sobram exemplos como esses para mostrar que são descabidas as afirmações, repetidas na campanha de desmoralização das estatais, de que elas seriam ineficientes e incapazes de desenvolver tecnologia própria." .